Forças de segurança desarticulam rede de exploração virtual de crianças e adolescentes em operação integrada que culmina em prisão no Tocantins

Distintivo da Polícia Civil do Tocantins em uma mesa, com dispositivos eletrônicos desfocados ao fundo, simbolizando a Operação Custos contra crimes cibernéticos.

Jovem de 23 anos detido na capital tocantinense após operação policial que apreende vasta quantidade de arquivos de exploração sexual infantojuvenil em mídias digitais

A Polícia Civil do Tocantins efetuou a prisão temporária de um homem de 23 anos em Palmas, nesta sexta-feira (24), sob a acusação de armazenamento de grande volume de material com imagens e vídeos de abuso sexual infantojuvenil. A ação, que também incluiu o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, faz parte da segunda fase da Operação Custos, que visa coibir crimes virtuais contra menores, conforme divulgado pelo Jornal Opção.

As diligências, conduzidas pela Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC – Palmas), tiveram início a partir da troca de informações com a Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos (DCIBER) da Polícia Federal. Este trabalho conjunto foi crucial para o avanço da investigação.

Após a identificação do endereço do investigado na capital tocantinense, as ordens judiciais foram prontamente cumpridas. No local, foram apreendidos diversos dispositivos eletrônicos de uso pessoal do suspeito, que agora serão submetidos a perícia técnica especializada para análise.

O delegado Lucas Brito Santana ressaltou a relevância da investigação para o desfecho do caso e a sinergia entre as corporações.

A operação representa um avanço importante no combate a crimes dessa natureza, especialmente pela atuação integrada com outras forças de segurança. A Polícia Civil segue atuando para identificar possíveis desdobramentos e responsabilizar todos os envolvidos.

Concluídos os trâmites legais, o homem foi levado para a Unidade Prisional de Palmas, onde aguarda à disposição do Poder Judiciário. A Operação Custos recebeu o apoio fundamental do Núcleo Especializado de Computação Forense e de outras unidades especializadas da Polícia Civil.

O nome da operação, Custos, deriva do latim e significa ‘guardião’. A escolha remete à função da Polícia Civil em proteger a sociedade, particularmente no ambiente virtual, contra crimes de alta complexidade como este.

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