Mãe presa no Tocantins em caso chocante de estupro de vulnerável contra a própria filha tenta coagir criança e parentes após descumprir medidas protetivas de urgência

Mãos algemadas de forma sutil em frente a um edifício institucional, simbolizando prisão e justiça em caso de abuso infantil

Prisão preventiva da investigada em Wanderlândia encerra inquérito policial e caso segue para o Poder Judiciário e Ministério Público

Uma mulher de 40 anos foi presa na manhã desta quinta-feira (7) no povoado Vila Cearense, em Wanderlândia, no norte do Tocantins. A investigada é suspeita de envolvimento em estupro de vulnerável contra a própria filha e foi detida após descumprir medidas protetivas de urgência. Ela tentou coagir a criança em ambiente escolar e também buscou influenciar parentes para impedir o relato dos abusos, segundo informações da Polícia Civil divulgadas pelo G1 Tocantins.

As investigações conduzidas pela Polícia Civil de Araguaína revelaram que a mulher, já submetida a restrições que a proibiam de se aproximar da filha, desrespeitou as determinações judiciais. O contato direto com a vítima na escola foi frustrado pela intervenção de funcionários da instituição de ensino.

“Trata-se de uma ação de grande relevância, pois essa mulher estaria descumprindo medidas protetivas de urgência a fim de não se aproximar da criança, que teria sido vítima de abusos sexuais por pessoas ligadas à mãe, com a anuência dela”, explicou o delegado José Anchieta de Menezes Filho, responsável pelo caso.

Atualmente, a criança está sob os cuidados de um lar de acolhimento, garantindo sua segurança.

Com a efetivação da prisão preventiva da suspeita, o inquérito policial foi concluído. O caso será agora encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as devidas providências legais. Após os procedimentos na delegacia, a mulher foi transferida para o sistema prisional do estado.

A ação policial fez parte da Operação Caminhos Seguros, uma mobilização nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senasp). Agentes da 30ª Delegacia de Wanderlândia e da 2ª Divisão de Repressão a Narcóticos (Denarc) de Araguaína participaram da operação.

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