Pré-candidato Vicentinho Júnior ao governo do Tocantins desafia segregação regional com chapa unificada

Vicentinho Júnior discursando em encontro com jornalistas em Araguaína

Projeto de Vicentinho Júnior no Tocantins promete superar históricos conflitos regionais, garantindo voz e importância a cada uma das 139 cidades em seu mandato

O pré-candidato ao governo do Tocantins, Vicentinho Júnior, enfatizou seu compromisso com a união do estado na composição de sua chapa eleitoral. Em encontro com profissionais da comunicação em Araguaína, na região norte, na manhã de sexta-feira, o político reiterou que seu projeto busca agregar, e não segregar, as diversas regiões tocantinenses, conforme detalhado em reportagem do Folha do Bico.

Questionado sobre a possibilidade de favorecer alguma cidade ou área específica na formação de sua chapa para o Palácio Araguaia, Vicentinho Júnior foi incisivo em sua resposta.

Não vamos segregar. Pelo contrário, vamos agregar. Araguaína, bem como qualquer cidade, não só terá espaço e importância no mandato e na gestão. E também na chapa e no coração.

Reforçando o ponto, ele articulou sua visão por uma representação mais ampla, destacando a necessidade de superar divisões do passado.

Não vou resumir o debate nessa história que deve ficar no passado de, por exemplo, povo do norte contra o povo do sul, e o contrário. A discussão tem que ser a seguinte: o mandato vai ser tocantinense. Todas as 139 cidades do Tocantins terão espaço no mandato, na campanha e no nosso coração.

O encontro com os comunicadores da região norte teve o objetivo de ouvir as demandas da categoria e as principais questões enfrentadas pelo estado. Para Vicentinho Júnior, estes profissionais são fundamentais para a sociedade.

Os profissionais da comunicação estão na linha de frente e têm papel importantíssimo ao noticiar os fatos para a sociedade tocantinense.

O pré-candidato também aproveitou a ocasião para detalhar suas propostas e compartilhar a experiência acumulada ao longo de onze anos e três meses como deputado federal, abordando suas realizações. Ele defendeu a isenção, a independência e a liberdade de trabalho da imprensa, reconhecendo a relevância dessa atividade para a manutenção da democracia e para a sociedade como um todo.

Muitas vezes, chegam primeiro e após a comunicação de fatos e situações, o poder público passa a agir, minimizar ou solucionar o problema. Justamente por conhecer como ninguém os dramas e as dificuldades do nosso Estado, quando digo que quero debater o Tocantins, farei com todos.

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